A resposta depende de uma coisa: o que você quer poder decidir.
Profissionais de saúde que atendem mulheres em climatério relatam lacuna entre a formação técnica de base (voltada ao ciclo reprodutivo) e as demandas reais do consultório: manejo de sintomas vasomotores, disfunção sexual, incontinência urinária, alterações de humor, impacto cardiovascular e ósseo da queda estrogênica. A abordagem fragmentada — com cada especialidade tratando seu recorte sem integração interprofissional — resulta em cuidado descontinuado e insatisfação da paciente. Ao mesmo tempo, cresce a pressão por indicação de intervenções hormonais e suplementos com evidência ainda controversa, exigindo do profissional capacidade de leitura crítica que a graduação não proveu.
Esta pós vale a pena quando fecha exatamente essa lacuna: ao final, você consegue manejar os sintomas do climatério com leitura crítica das evidências — com critério, e dentro do escopo do seu conselho.
