A resposta depende de uma coisa: o que você quer poder decidir.
Fisioterapeutas formados em cursos generalistas chegam à prática pélvica sem domínio dos protocolos de avaliação funcional do assoalho pélvico, sem segurança nos parâmetros de eletroestimulação e biofeedback, e sem preparo para a comunicação em saúde íntima. O resultado é subutilização do escopo profissional, encaminhamentos tardios e perda de confiança do paciente.
Esta pós vale a pena quando fecha exatamente essa lacuna: ao final, você consegue avaliar o assoalho pélvico e definir o programa de reabilitação — com critério, e dentro do escopo do seu conselho.
