A resposta depende de uma coisa: o que você quer poder decidir.
Pacientes em tratamento oncológico e no período pós-operatório apresentam pele fragilizada, alterações de pigmentação, alopecia, xerodermia, radiodermatite, linfedema e cicatrizes com necessidades estéticas específicas que os protocolos convencionais não cobrem — e que injetáveis contraindicam. Profissionais de estética atendem esses pacientes sem preparo técnico adequado, o que gera riscos clínicos, condutas inadequadas e ausência de acolhimento qualificado num momento de alta vulnerabilidade.
Esta pós vale a pena quando fecha exatamente essa lacuna: ao final, você consegue distinguir o que pode ser feito com segurança do que precisa ser referenciado — com critério, e dentro do escopo do seu conselho.
