Pós-graduação em Pneumologia Clínica Contemporânea
O eixo do curso é o raciocínio pelo distúrbio ventilatório, não uma lista de doenças.
A lacuna entre a sua formação e o que o consultório exige
A doença respiratória está entre as maiores demandas assistenciais do país, e quem a recebe primeiro quase nunca é o pneumologista. São pouco mais de quatro mil pneumologistas no Brasil, concentrados no Sudeste. O caso chega ao clínico, ao médico de família, ao emergencista e ao geriatra, que decidem conduta sem encaminhamento em tempo razoável e sem formação sistemática em função pulmonar. O exame que define o caso — a prova de função pulmonar — é subutilizado e mal interpretado fora da especialidade.
A especialidade mudou rápido na última década e a formação do médico não especialista não acompanhou: imunobiológicos e fenotipagem na asma grave, antifibróticos e o conceito de fibrose pulmonar progressiva, rastreamento do câncer de pulmão por tomografia de baixa dose e as revisões anuais das estratégias GINA e GOLD. O resultado é um médico que atende doença respiratória todo dia e decide por analogia.
Feita para a sua prática
Médicos com registro no CRM. É para quem recebe o caso respiratório primeiro — clínicos, médicos de família e comunidade, emergencistas, intensivistas e geriatras — e também para pneumologistas em início de carreira, cirurgiões torácicos, oncologistas, radiologistas, infectologistas e médicos do trabalho. Não exige residência em pneumologia; pressupõe prática assistencial.
O que você sai sabendo fazer
- Interpretar espirometria, volumes pulmonares, DLCO e FeNO, conferindo a qualidade técnica do exame, e transformar o laudo em hipótese diagnóstica
- Classificar o distúrbio ventilatório — obstrutivo, restritivo, misto ou inespecífico — e organizar o diagnóstico diferencial a partir dele
- Diagnosticar e tratar asma e DPOC segundo as estratégias GINA e GOLD vigentes, do escalonamento inicial à indicação de imunobiológico, reabilitação e oxigenoterapia
- Investigar doenças intersticiais e pneumoconioses combinando história ocupacional, tomografia de alta resolução, provas funcionais e indicação criteriosa de biópsia
- Conduzir pneumonia, tuberculose e micoses pulmonares com esquema, tempo de tratamento, local de cuidado e medidas de controle corretos
- Estimar o risco do nódulo pulmonar, definir o seguimento e conduzir o estadiamento do câncer de pulmão com a equipe multidisciplinar
- Indicar a vacinação do paciente com doença respiratória crônica e do imunossuprimido, separando contraindicação verdadeira de falsa
12 módulos, do fundamento à prática
Você recebe um módulo a cada etapa do cronograma, a partir da data da sua matrícula — para estudar com profundidade e aplicar antes de seguir.
O recorte que o mercado não oferece
Primeiro a base anatomofuncional e semiológica; depois o domínio dos exames, com a prova de função pulmonar como competência central; e então o padrão funcional organizando o diagnóstico das grandes doenças — obstrutivas, restritivas, infecciosas, ocupacionais e neoplásicas —, fechando pela vacinação. A oferta concorrente segue desenho hospitalar e intensivista, trata a função pulmonar como tópico acessório e costuma deixar de fora doença ocupacional e imunização.
Curadoria do Dr. Rogério Cotrim

A curadoria vem de um pneumologista que viveu as três portas por onde o caso respiratório entra: o ambulatório, a emergência e a terapia intensiva. É de onde sai o eixo do curso — organizar a pneumologia pelo distúrbio ventilatório, e não por uma lista de doenças. Quem assina passou anos no ambulatório de asma de um hospital universitário, chefiou CTI e atende tuberculose no serviço público desde 2009; a grade dos 12 módulos é o documento que ele escreveu a partir do que o médico precisa decidir no dia a dia.
- Residência em Pneumologia (UERJ)Hospital Universitário Pedro Ernesto · residência em Clínica Médica no Hospital Central da Aeronáutica · graduação em Medicina pela Universidade Gama Filho
- Ambulatório de asma e docênciaprofessor auxiliar substituto do serviço de pneumologia da UERJ, responsável pelo ambulatório de asma do HUPE e pela preceptoria de residentes · professor de internato em clínica médica na Unigranrio (2012–2021)
- Tuberculose na linha de frentemédico tisiologista concursado no programa de assistência, tratamento e controle da tuberculose de Nova Iguaçu (RJ), desde 2009
- Terapia intensiva e hospitalchefe do CTI do Hospital Municipal da Piedade (2013–2018) · clínica médica e coordenação em hospitais da rede privada do Rio de Janeiro
- Produção em pneumologiaartigos sobre pneumonias, infecções pulmonares na AIDS e abscesso de pulmão na revista Ars Cvrandi
- Autor da gradeos 12 módulos do curso nasceram do documento de estrutura escrito por ele, a partir do que o médico precisa decidir na rotina
Onde você vai atuar
O egresso é o médico que recebe a queixa respiratória e a resolve: pede o exame funcional certo, lê o laudo sem depender de terceiros, não perde o nódulo do exame de rotina e fecha o cuidado com a vacinação indicada. Atua em consultório, ambulatório, unidade de internação, emergência e programas de saúde do trabalhador, e integra equipes de oncologia torácica e de doenças respiratórias crônicas.
Escolha o seu ritmo: 12 ou 6 meses
360h · 12 módulos · 12 ou 6 meses · certificado de pós-graduação lato sensu reconhecida pelo MEC.
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