A resposta depende de uma coisa: o que você quer poder decidir.
A maioria dos profissionais de saúde concluiu sua graduação sem disciplinas específicas de geriatria ou gerontologia. Na prática, enfrentam pacientes idosos com múltiplas comorbidades, polifarmácia, síndromes geriátricas sobrepostas e famílias sem preparo para o cuidado domiciliar — quadros para os quais as ferramentas clínicas gerais são insuficientes. A ausência de domínio da AGA, das escalas de funcionalidade e dos critérios de segurança medicamentosa no idoso resulta em iatrogenias evitáveis, internações desnecessárias e sobrecarga do cuidador.
Esta pós vale a pena quando fecha exatamente essa lacuna: ao final, você consegue aplicar a Avaliação Geriátrica Ampla e revisar a polifarmácia — com critério, e dentro do escopo do seu conselho.
