A resposta depende de uma coisa: o que você quer poder decidir.
Enfermeiros formados pelos currículos tradicionais dominam curativos básicos, mas carecem de preparo sistemático para avaliar o leito da ferida pelo método TIME, classificar lesões por pressão pelos critérios da NPIAP, indicar coberturas por fase de cicatrização, demarcar e acompanhar estomias, ou manejar o pé diabético com avaliação vascular e neuropática. Essa lacuna é sentida no cotidiano dos serviços de saúde e representa oportunidade perdida de geração de valor clínico e financeiro para o profissional.
Esta pós vale a pena quando fecha exatamente essa lacuna: ao final, você consegue classificar a ferida e prescrever a cobertura certa para cada fase — com critério, e dentro do escopo do seu conselho.
