A resposta depende de uma coisa: o que você quer poder decidir.
Psicólogos que atuam em contextos clínicos, hospitalares e educacionais deparam-se com encaminhamentos neuropsicológicos sem ter recebido formação estruturada na graduação. A ausência de domínio sobre protocolos de avaliação, critérios diagnósticos diferenciais neurológicos versus psiquiátricos, técnicas de reabilitação cognitiva e redação de laudos clinicamente válidos gera insegurança técnica, laudos mal estruturados e limitação na atuação multiprofissional. A oferta de cursos avulsos de testagem sem integração teórico-prática aprofunda o problema sem resolvê-lo.
Esta pós vale a pena quando fecha exatamente essa lacuna: ao final, você consegue escolher os instrumentos, interpretar o perfil e sustentar o laudo — com critério, e dentro do escopo do seu conselho.
